terça-feira, 10 de julho de 2012

Vendedora Ambulante

Aqui em Novo Hamburgo e arredores, não houve noiva da minha geração que não conhecesse o Senhor Bacelar. Ele vinha de Porto Alegre, num carro pequeno que não lembro a marca, e trazia uma infinidade de peças de enxoval da melhor qualidade: jogos de cama de percaline ou de linho bordados, toalhas de mesa primorosas, bordados da China e da Ilha da Madeira, guardanapos de renda e toalhas de banquete de Damasco. Sua chegada era uma festa. Foi o único vendedor de que me lembro que conquistava a clientela e nem precisava muito porque a motivação das famílias era natural. Conheci outros vendedores que não tinham o mesmo carisma e simpatia para oferecer seus produtos. Pessoalmente, odiava vendedores ambulantes e evitava recebe-los. Pois tive que pagar por esse ódio. Sem perspectiva de trabalho, depois de minha aposentadoria no magistério, recebi uma proposta para vender produtos de beleza. No momento achei interessante e fui consultando a família. Roque não se opôs, mas eu dependia dele para comprar o kit e ele estava sem dinheiro, pois investira na compra de uma geladeira. A nossa estava estragada depois de 15 anos de bom uso. Deixa para o mês que vem, bem. Não vale a pena mexer na poupança para comprar cosméticos. Concordei com ele. Na hora do almoço, contei ao Júnior a novidade e ele me estimulou.



- Boa, mãe. Vai lá na companhia e eu te apresento as gurias. Vais vender bem. Quando é que tu começas?


- Mês que vem. Estou sem dinheiro e o pai prefere que deixe para o mês que vem.


Júnior terminou o almoço e foi para o quarto. Voltou de lá com o valor do kit e disse:


- Mãe, vou te financiar. Busca logo esse kit senão vais acabar desistindo.


E fui. Voltei abraçada na bolsa vermelha cheia de produtos e com um arrependimento atroz! Que dor. Tinha virado uma vendedora ambulante. E não é que me dei bem? No dia seguinte, informei as amigas:


- Gente, estou vendendo Pierre Alexander. Se quiserem algum produto ou uma orientação sobre o que já aprendi, estou às ordens.

E fiquei às ordens, sem pressão, sem chamar atenção, e divertindo-me com o assunto. Até melhorei de aparência, pois descobri que ninguém pode vender cosméticos sem servir de modelo para seus produtos. Nunca vendi o que não merecesse crédito. Meus clientes sabiam que podiam confiar. E confiaram. Voltei às salas de aula, meu amor maior no trabalho, mas trabalhar com cosméticos é um vício e vender e levar benefício e beleza para as pessoas só faz bem.


Ultimamente Mary Kay entrou em minha vida e passei a viver cheia de entusiasmo pela nova marca. Acordava planejando, via novas perspectivas de crescimento. Ambicionar sucesso e amar o trabalho só aumentam a auto-estima. Vale a pena ousar, enfrentar desafios, confiar na qualidade do seu trabalho como elemento impulsionador.

Independência significa que ninguém mais pode determinar quem você é. Você sabe. Para poder reclamar direitos e exigir igualdade profissional, as mulheres têm que crescer em maturidade e eficiência, aprender a trabalhar junto com os homens para ter o seu respeito e admiração. Só terão mente e coração abertos para a vida e rejuvenescerão em espírito, a medida que envelheçam fisicamente. E esta última parte é desnecessária nos dias de hoje. Para vencer essa luta, felizmente, temos Mary Kay.

Os produtos são maravilhosos, minhas clientes encantaram-se com os benefícios e a vendedora aqui descobriu que gostava e divertia-se... Vender tornou-se parte da minha vida. Quando me apresentaram a Polishop, não tive dúvidas, e aqui estou com minha loja virtual, apaixonada e satisfeita com a nova marca. Quem não conhece, precisa conhecer. Sem mais preconceitos contra os vendedores, aqui está a nova EMpreendedora Independente Polishop com Você Lembram-se? Sem pressão, sem chateação, sem insistência. Dando a conhecer. Apresentando-se. Nunca vendi o que não merecesse crédito. Meus clientes sabem que podem confiar.

Conheça Polishop CV na conferência diária das 15h ou das 21h no link www.sistemawinner.com.br/conferencia/ . Depois fale comigo pelo email anamariaopm@gmail.com ou pelo Facebook.


Já tenho minha loja virtual. Quer saber meu ID? Fale comigo.

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