Convites não faltavam. Todo dia, alguém convidava, os convites se repetiam e ficava atrapalhada, sem achar tempo, em minhas múltiplas atividades, para atender à gentileza dos que se diziam disponíveis para serem meus amigos no Orkut, no Messenger, no Facebook, no Twitter. A falta de prática me enrolava e acabava sem responder.
Mas chegou o momento em que resolvi despedir-me dos meus artigos semanais do NH, produzidos durante 15 anos e, como não queria distanciar-me dos meus leitores, amigos nos momentos alegres e nos de sofridas lembranças, que estiveram comigo na partilha de esperanças, fé, oração, resolvi apelar para o Facebook e estou restaurando o meu blog e aceitando os convites que já me chegam todo dia pela rede social.
Neles prometo continuar fiel, sincera, verdadeira, privilegiada por poder gozar de sua amizade, de seus recados, da partilha de suas opiniões. Compartilhar vai nos deixar mais próximos. Por mais longe que o espírito alcance, não vai tão longe quanto o coração (não me lembro quem disse isso).
Não está fácil. Não domino o Facebook o que é um fiasco. Meu blog não tem a mesma estrutura de um texto jornalístico, artigo de opinião, que também custei a dominar. Quando comecei eram 3010 dígitos.E nem tinha o conforto de um computador para contar. E a diagramação e editores do jornal foram reduzindo para 2500, 2000. Ultimamente, mal chegava a 1900.
Agora, a orientação de meu publicitário e minha relações públicas (Olhem que chique) me controlam e colocam na linha.
Sei que, com eles no controle, posso melhorar.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Valente
Acabo de chegar de Porto Alegre onde assisti ao filme Valente, mais uma produção da Pixar/Disney.
Não sei bem o que esperava, mas algumas observações soltas sobre essa forma moderna e tão fora do que minha geração habituou-se a ver sobre as histórias infantis, fizeram com que me surpreendessem as primeiras cenas.
Os personagens masculinos são medonhos celtas, toscos, agressivos, lutando pela mão da princesa Meriva que a mãe e o pai decidiram casar sem que a jovem concordasse. Ela própria queria decidir o seu destino e lutar pela solução de sua vida. A moça é uma arqueira habilidosa e sua figura encanta pela imensa cabeleira cor de fogo. Na historia além das lutas dos pretendentes, misturam-se magia, feras, fugas, busca da luz mágica, um cavalo montado a galope pela princesa, a rainha mãe que se transforma numa fera a quem a jovem Meriva tenta salvar da poção mágica feita a seu pedido por uma bruxa medonha.
O episódio, entretanto, apesar desses elementos, é alegre e leve e mostra, principalmente, a princesa que, certamente,em pouco tempo vai estar reproduzida, como as demais personagens de Disney, Branca de Neve, Cinderela e outras bonecas, encantando as prateleiras dos quartos das meninas que gostam de colecioná-las.
Aos poucos as primeiras impressões vão cedendo lugar ao carinho nas relações da mãe e da filha e várias cenas de emoção e sensibilidade. Isso são observações de quem esteve sempre envolvida pelas heroínas lindas, delicadas, sofrendo sem lutar, submissas e esperando seu príncipe encantado. Não deixem de assistir e formar sua opinião. Crianças e adultos viverão momentos inesquecíveis, cada um por diferentes motivos.
Não sei bem o que esperava, mas algumas observações soltas sobre essa forma moderna e tão fora do que minha geração habituou-se a ver sobre as histórias infantis, fizeram com que me surpreendessem as primeiras cenas.
Os personagens masculinos são medonhos celtas, toscos, agressivos, lutando pela mão da princesa Meriva que a mãe e o pai decidiram casar sem que a jovem concordasse. Ela própria queria decidir o seu destino e lutar pela solução de sua vida. A moça é uma arqueira habilidosa e sua figura encanta pela imensa cabeleira cor de fogo. Na historia além das lutas dos pretendentes, misturam-se magia, feras, fugas, busca da luz mágica, um cavalo montado a galope pela princesa, a rainha mãe que se transforma numa fera a quem a jovem Meriva tenta salvar da poção mágica feita a seu pedido por uma bruxa medonha.
O episódio, entretanto, apesar desses elementos, é alegre e leve e mostra, principalmente, a princesa que, certamente,em pouco tempo vai estar reproduzida, como as demais personagens de Disney, Branca de Neve, Cinderela e outras bonecas, encantando as prateleiras dos quartos das meninas que gostam de colecioná-las.
Aos poucos as primeiras impressões vão cedendo lugar ao carinho nas relações da mãe e da filha e várias cenas de emoção e sensibilidade. Isso são observações de quem esteve sempre envolvida pelas heroínas lindas, delicadas, sofrendo sem lutar, submissas e esperando seu príncipe encantado. Não deixem de assistir e formar sua opinião. Crianças e adultos viverão momentos inesquecíveis, cada um por diferentes motivos.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Vendedora Ambulante
Aqui em Novo Hamburgo e arredores, não houve noiva da minha geração que não conhecesse o Senhor Bacelar. Ele vinha de Porto Alegre, num carro pequeno que não lembro a marca, e trazia uma infinidade de peças de enxoval da melhor qualidade: jogos de cama de percaline ou de linho bordados, toalhas de mesa primorosas, bordados da China e da Ilha da Madeira, guardanapos de renda e toalhas de banquete de Damasco. Sua chegada era uma festa. Foi o único vendedor de que me lembro que conquistava a clientela e nem precisava muito porque a motivação das famílias era natural. Conheci outros vendedores que não tinham o mesmo carisma e simpatia para oferecer seus produtos. Pessoalmente, odiava vendedores ambulantes e evitava recebe-los. Pois tive que pagar por esse ódio. Sem perspectiva de trabalho, depois de minha aposentadoria no magistério, recebi uma proposta para vender produtos de beleza. No momento achei interessante e fui consultando a família. Roque não se opôs, mas eu dependia dele para comprar o kit e ele estava sem dinheiro, pois investira na compra de uma geladeira. A nossa estava estragada depois de 15 anos de bom uso. Deixa para o mês que vem, bem. Não vale a pena mexer na poupança para comprar cosméticos. Concordei com ele. Na hora do almoço, contei ao Júnior a novidade e ele me estimulou.
- Boa, mãe. Vai lá na companhia e eu te apresento as gurias. Vais vender bem. Quando é que tu começas?
- Mês que vem. Estou sem dinheiro e o pai prefere que deixe para o mês que vem.
Júnior terminou o almoço e foi para o quarto. Voltou de lá com o valor do kit e disse:
- Mãe, vou te financiar. Busca logo esse kit senão vais acabar desistindo.
E fui. Voltei abraçada na bolsa vermelha cheia de produtos e com um arrependimento atroz! Que dor. Tinha virado uma vendedora ambulante. E não é que me dei bem? No dia seguinte, informei as amigas:
- Gente, estou vendendo Pierre Alexander. Se quiserem algum produto ou uma orientação sobre o que já aprendi, estou às ordens.
E fiquei às ordens, sem pressão, sem chamar atenção, e divertindo-me com o assunto. Até melhorei de aparência, pois descobri que ninguém pode vender cosméticos sem servir de modelo para seus produtos. Nunca vendi o que não merecesse crédito. Meus clientes sabiam que podiam confiar. E confiaram. Voltei às salas de aula, meu amor maior no trabalho, mas trabalhar com cosméticos é um vício e vender e levar benefício e beleza para as pessoas só faz bem.
Ultimamente Mary Kay entrou em minha vida e passei a viver cheia de entusiasmo pela nova marca. Acordava planejando, via novas perspectivas de crescimento. Ambicionar sucesso e amar o trabalho só aumentam a auto-estima. Vale a pena ousar, enfrentar desafios, confiar na qualidade do seu trabalho como elemento impulsionador.
Independência significa que ninguém mais pode determinar quem você é. Você sabe. Para poder reclamar direitos e exigir igualdade profissional, as mulheres têm que crescer em maturidade e eficiência, aprender a trabalhar junto com os homens para ter o seu respeito e admiração. Só terão mente e coração abertos para a vida e rejuvenescerão em espírito, a medida que envelheçam fisicamente. E esta última parte é desnecessária nos dias de hoje. Para vencer essa luta, felizmente, temos Mary Kay.
Os produtos são maravilhosos, minhas clientes encantaram-se com os benefícios e a vendedora aqui descobriu que gostava e divertia-se... Vender tornou-se parte da minha vida. Quando me apresentaram a Polishop, não tive dúvidas, e aqui estou com minha loja virtual, apaixonada e satisfeita com a nova marca. Quem não conhece, precisa conhecer. Sem mais preconceitos contra os vendedores, aqui está a nova EMpreendedora Independente Polishop com Você Lembram-se? Sem pressão, sem chateação, sem insistência. Dando a conhecer. Apresentando-se. Nunca vendi o que não merecesse crédito. Meus clientes sabem que podem confiar.
Conheça Polishop CV na conferência diária das 15h ou das 21h no link www.sistemawinner.com.br/conferencia/ . Depois fale comigo pelo email anamariaopm@gmail.com ou pelo Facebook.
Já tenho minha loja virtual. Quer saber meu ID? Fale comigo.
- Boa, mãe. Vai lá na companhia e eu te apresento as gurias. Vais vender bem. Quando é que tu começas?
- Mês que vem. Estou sem dinheiro e o pai prefere que deixe para o mês que vem.
Júnior terminou o almoço e foi para o quarto. Voltou de lá com o valor do kit e disse:
- Mãe, vou te financiar. Busca logo esse kit senão vais acabar desistindo.
E fui. Voltei abraçada na bolsa vermelha cheia de produtos e com um arrependimento atroz! Que dor. Tinha virado uma vendedora ambulante. E não é que me dei bem? No dia seguinte, informei as amigas:
- Gente, estou vendendo Pierre Alexander. Se quiserem algum produto ou uma orientação sobre o que já aprendi, estou às ordens.
E fiquei às ordens, sem pressão, sem chamar atenção, e divertindo-me com o assunto. Até melhorei de aparência, pois descobri que ninguém pode vender cosméticos sem servir de modelo para seus produtos. Nunca vendi o que não merecesse crédito. Meus clientes sabiam que podiam confiar. E confiaram. Voltei às salas de aula, meu amor maior no trabalho, mas trabalhar com cosméticos é um vício e vender e levar benefício e beleza para as pessoas só faz bem.
Ultimamente Mary Kay entrou em minha vida e passei a viver cheia de entusiasmo pela nova marca. Acordava planejando, via novas perspectivas de crescimento. Ambicionar sucesso e amar o trabalho só aumentam a auto-estima. Vale a pena ousar, enfrentar desafios, confiar na qualidade do seu trabalho como elemento impulsionador.
Independência significa que ninguém mais pode determinar quem você é. Você sabe. Para poder reclamar direitos e exigir igualdade profissional, as mulheres têm que crescer em maturidade e eficiência, aprender a trabalhar junto com os homens para ter o seu respeito e admiração. Só terão mente e coração abertos para a vida e rejuvenescerão em espírito, a medida que envelheçam fisicamente. E esta última parte é desnecessária nos dias de hoje. Para vencer essa luta, felizmente, temos Mary Kay.
Os produtos são maravilhosos, minhas clientes encantaram-se com os benefícios e a vendedora aqui descobriu que gostava e divertia-se... Vender tornou-se parte da minha vida. Quando me apresentaram a Polishop, não tive dúvidas, e aqui estou com minha loja virtual, apaixonada e satisfeita com a nova marca. Quem não conhece, precisa conhecer. Sem mais preconceitos contra os vendedores, aqui está a nova EMpreendedora Independente Polishop com Você Lembram-se? Sem pressão, sem chateação, sem insistência. Dando a conhecer. Apresentando-se. Nunca vendi o que não merecesse crédito. Meus clientes sabem que podem confiar.
Conheça Polishop CV na conferência diária das 15h ou das 21h no link www.sistemawinner.com.br/conferencia/ . Depois fale comigo pelo email anamariaopm@gmail.com ou pelo Facebook.
Já tenho minha loja virtual. Quer saber meu ID? Fale comigo.
Assinar:
Postagens (Atom)