Convites não faltavam. Todo dia, alguém convidava, os convites se repetiam e ficava atrapalhada, sem achar tempo, em minhas múltiplas atividades, para atender à gentileza dos que se diziam disponíveis para serem meus amigos no Orkut, no Messenger, no Facebook, no Twitter. A falta de prática me enrolava e acabava sem responder.
Mas chegou o momento em que resolvi despedir-me dos meus artigos semanais do NH, produzidos durante 15 anos e, como não queria distanciar-me dos meus leitores, amigos nos momentos alegres e nos de sofridas lembranças, que estiveram comigo na partilha de esperanças, fé, oração, resolvi apelar para o Facebook e estou restaurando o meu blog e aceitando os convites que já me chegam todo dia pela rede social.
Neles prometo continuar fiel, sincera, verdadeira, privilegiada por poder gozar de sua amizade, de seus recados, da partilha de suas opiniões. Compartilhar vai nos deixar mais próximos. Por mais longe que o espírito alcance, não vai tão longe quanto o coração (não me lembro quem disse isso).
Não está fácil. Não domino o Facebook o que é um fiasco. Meu blog não tem a mesma estrutura de um texto jornalístico, artigo de opinião, que também custei a dominar. Quando comecei eram 3010 dígitos.E nem tinha o conforto de um computador para contar. E a diagramação e editores do jornal foram reduzindo para 2500, 2000. Ultimamente, mal chegava a 1900.
Agora, a orientação de meu publicitário e minha relações públicas (Olhem que chique) me controlam e colocam na linha.
Sei que, com eles no controle, posso melhorar.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
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