No último sábado, dia 11, participei de uma festa de reencontro de ex-alunas do Colégio Santa Catarina. Algumas eram da turma do último ano do ginásio, outras, formandas da escola Normal. Lá estavam também alguns professores: as Irmãs Firmínia e Inês, Professor James Ludwig, de Educação Física, Marlene Wenholz de Matemática e eu, de Português e Literatura. Os abraços, as recordações, foram a tônica das conversas. É claro que as que me diziam respeito ficaram-me mais claras. Elas lembravam e eu também que eram minhas alunas no ano de meu casamento, que a turma me presenteara com uma torradeira, as danadinhas contavam que examinavam, a cada dia, minhas meias de nylon e que jamais havia um fio puxado e sabiam tudo com mais clareza do que as mestras presentes: a música da Irmã Inês, e energia, o rigor da Irmã Firmínia, a classe da Marlene na matemática, meu piano, o teatro, as canções. Muitas tinham ido à Igreja da Piedade para ver a professora vestida de noiva. Uma tarde encantadora.
Esse tipo de confraternização tem sido comum. O “25” fez 50 anos e se fez uma grande festa, assim como se editou AS MEMÓRIAS DO JULHÂO – Histórias que contam histórias do colégio “25 de Julho” com textos de alunos e professores – a festa coordenada por professores. Este ano, os alunos resolveram fazer sua parte e fizeram uma festa muito alegre que teve a Ginástica como palco e a turma optou inclusive pelo cardápio do Bar do seu Amaral e do professor Rubens. A comemoração da minha turma do curso de professoras aconteceu no próprio colégio. Tivemos almoço, brincadeiras mil, missa, coquetel servido pelas Irmãs e foram presenças especiais a nossa professora Olga Kroef, de Educação Física, com seus quase 90 anos e a da nossa paraninfa Zilda Maria Godinho Ribas, grande amiga, exemplo para todas as suas afilhadas durante todo o exercício da profissão.
Ultimamente, tenho recebido uma infinidade de e-mails e mensagens no face Book dos alunos do Pindorama com o título Caminhos do Pindorama - Peregrinações nos anos 60 - trabalhei lá de 66 a 68 e a turma fala das suas memórias, bailes do Juvenil, festivais de música popular brasileira da Record, tecidos da época que não se precisava passar, gravadores e microfones da época, CDS, LPs, compactos; (Palavras de Walter Merino - Copiadas de Vinícius de Moraes) justificam essas festas que, com certeza se repetirão muitas vezes e por muita gente - Elas marcam uma época maravilhosa que vale a pena lembrar.
"Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações, pois boas lembraças, são marcantes,e o que é marcante nunca se esquece! Uma grande amizade mesmo com o passar do tempo é cultivada assim!" (Vinícius de Moraes)
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
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Aninha querida. Adorei falares do encontro no STA. cATARINA. Irmã Ines e Firminia ???? ain ainda por lá???? Estou pasma e com muita vontade de ir até o Sta. novamente para recordar os bons momentos. Adoro ler o que escreves. bjos. Lou.
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